
Arquitetura
Um edifício que ajudou a definir a escala da orla.
A dimensão arquitetônica do Ravena combina ficha técnica, expansão hoteleira e o papel do edifício como indutor de infraestrutura em Mar Grosso.
Arquitetura
6.300 m² erguidos sobre a orla de Mar Grosso para redefinir a escala do litoral.
- Localização
- Bairro Mar Grosso, Laguna - Santa Catarina
- Área construída
- aprox. 6.300 m²
- Inauguração
- 1962, 39 apartamentos
- Ampliação
- 1969, mais de 100 apartamentos
Nascido de uma sociedade de 12 investidores e concluído após a retomada pelo empresário têxtil Sr. Antônio em 1961, o Ravena foi construído em cerca de um ano e oito meses. A parceria com o poder público previu contrapartidas de infraestrutura urbana, tornando o hotel literalmente o alicerce do bairro.
A ampliação de 1969, registrada no Jornal A Nação, triplicou a capacidade do empreendimento e consolidou o edifício como referência hoteleira no litoral sul. Hoje, plantas, registros fotográficos e a memória das reformas compõem o acervo arquitetônico preservado neste projeto.
Três dimensões do legado
O Ravena atravessa a história de Laguna como técnica, como afeto e como infraestrutura viva.
- 01
Valor cognitivo
Iniciativa público-privada pioneira na implantação litorânea. A construção do Ravena em 1950-1962 representa uma síntese de técnica, empreendedorismo e visão urbana para o litoral catarinense.
- 02
Valor afetivo
Memória do turismo em Laguna. Experiências de veraneio, eventos, hospedagens e encontros que marcaram gerações e constituem a identidade balneária do Mar Grosso.
- 03
Valor pragmático
Infraestrutura do entorno. O Ravena foi o principal indutor da urbanização e da ocupação de Mar Grosso, atraindo serviços, vias e vida urbana para o bairro.